Grécia – Introdução a uma viagem

Berço da civilização ocidental, do nascimento da história, com os primeiros livros  Ilíada e Odisséia escritos por Homero, da Democracia, da filosofia desde os pré-Socráticos até Aristóteles, da Medicina Ocidental com Hipócrates, a Grécia é um país fantástico, e que deve constar no roteiro de viagens a serem feitas. A beleza incrível das Ilhas Gregas, sem contar as ruas históricas da capital Atenas, tudo isso faz parte de um universo fantástico e incrível que se desnuda pouco a pouco e encanta os olhares dos incautos viajantes.

IMG_3472

Visitamos a Grécia em Junho de 2015, e levamos mais de um mês para programar essa viagem. Isso porque a Grécia conta com mais de 6 mil ilhas espalhadas nos mares Jônico e Egeu, das quais 227 são habitadas. Devido as grandes distâncias, nem todas as ilhas podem ser alcançadas de barco, e todos os vôos fazem obrigatoriamente conexão em Atenas, não existindo vôos de uma ilha para outra. Daí então a dificuldade de programação. Primeiro de tudo: o que se pretende conhecer em uma primeira visita a Grécia??? Consultamos vários guias de viagens e blogs para nos ajudar nessa escolha e chegamos a algumas conclusões, que gostaríamos de dividir com nossos leitores.

Atenas deve constar obrigatoriamente em qualquer viagem para a Grécia. Afinal é a capital e o ponto de partida para se conhecer as ilhas gregas. Visitar a Acrópole, berço de Sócrates, Platão e Aristóteles é parada obrigatória para começar a entender a riqueza cultural e histórica desse país.

DSC_0648

E as ilhas gregas, como proceder??? Após muito discutir sobre o assunto, chegamos a conclusão de que o melhor seria visitar cada ilha separadamente, e sem navios de cruzeiro. Os cruzeiros aportam nas ilhas de forma muito fugaz e rápida, não permitindo que se faça uma verdadeira imersão na cultura local. Além de ficar tudo muito corrido. As ilhas são grandes e merecem ser percorridas com calma e vagarosamente.

DSC_0501_2

Melhor época para viajar: metade de maio até metade de setembro, mais tardar o início de outubro. São épocas de céu claro e com poucas chuvas e temperaturas quentes. Final de Julho e Agosto é temporada de férias européias, então as ilhas podem ficar mais cheias e mais caras. Optamos por viajar em Junho, para escapar da alta temporada européia, e usufruir com mais calma e com menos multidões cada ilha.

IMG_3776

E, afinal, quais ilhas escolher???? Optamos por conhecer as duas mais clássicas e conhecidas de todos: a badalada Mykonos e romântica Santorini. Ambas fazem parte do grupo de ilhas conhecidas como Cíclades, e podem ser alcançadas de barco a partir de Atenas. Além disso o transporte de uma ilha para outra pode ser facilmente realizado de barco, a uma distância de cerca de duas horas, no máximo.

DSC_0919_2

Além das Cíclades, optamos por conhecer a ilha de Zakynthos, pertencente ao arquipélago das ilhas Jônicas, e detentora de umas das praias mais bonitas do mundo: A praia de Navagio, ou Shipwreck Beach, a praia do Naufrágio. Veja se não é merecedora do título que recebeu:

DSC_0521_2

A melhor forma de chegar até a ilha de Zakynthos é de avião, a partir de Atenas. De barco é uma tarefa bastante cansativa, e pode levar até 8 horas, já que necessita de deslocamento terrestre e, enfim, aquático. E, por fim, optamos por conhecer a mítica ilha de Rodes, aquela mesma do Colosso de Rodes, que fica quase na costa da Turquia, no arquipélago de Dodecaneso. Essa ilha também deve ser alcançada de avião, a partir de Atenas, porque sua distância de barco é de mais de 12 horas de viagem da capital grega.

DSC_0256_4

Realizamos essa programação em quinze dias, e optamos por conhecer somente a Grécia, visto que a dobradinha com a Turquia tornaria a viagem muito corrida e cansativa. O ideal é realmente fazer uma imersão nas ilhas gregas e em Atenas. O povo grego é extremamente afável e receptivo ao turista. Apesar de falarem grego, a comunicação é facilmente realizada com o inglês, sem grandes prosopopéias. A comida grega é uma atração a parte. A salada grega, com queijo feta e a lasanha de berinjela, a moussaka, são um caso de amor a parte.

E o grego nem é tão difícil assim: Kalimera – bom dia. Kalispera – boa tarde. Kalinýchta – boa noite. Obrigado – Ef’rraristó (nos restaurantes ou cafeterias se diz: Efgaristoume). Viu???? A Grécia é linda e uma das viagens mais estonteantes que realizamos. Nos próximos posts esmiuçaremos sobre cada uma das ilhas e sobre a histórica capital.

Carpe Diem!!!!!

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

w

Connecting to %s